COVID-19: Cerca de 100 mil pessoas vacinadas quinta-feira, meta antecipada uma semana

Cerca de 100 mil pessoas receberam a vacina contra a covid-19 na quinta-feira e hoje deverá ser administrado o mesmo número de doses, o que antecipa em uma semana esta meta definida pela `task force´ do plano de vacinação. “No dia de ontem (quinta-feira) foram administradas cerca de 100 mil vacinas, número que se deverá registar igualmente no dia de hoje, antecipando-se assim a expectativa inicial em cerca de uma semana”, adiantou a estrutura que coordena a logística da vacinação em Portugal em informação enviada à Lusa. Segundo a `task force´ liderada pelo vice-almirante Gouveia e Melo, este resultado de vacinar 100 mil pessoas por dia “só foi possível com a implementação do processo de auto agendamento, que permitiu aumentar significativamente o ritmo de vacinação, apesar de alguns contratempos verificados no processo”. Em 23 de abril entrou em funcionamento o portal destinado ao auto agendamento para a vacinação, que tinha registado, até ao início desta semana, cerca de 206 mil inscrições para a toma da vacina contra a covid-19. Com a entrada da segunda fase do plano de vacinação e uma maior disponibilidade de vacinas por parte das empresas farmacêuticas fornecedoras,…

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Máscara e distanciamento físico são para manter em Portugal. E lá fora?

Com a maior disponibilidade de vacinas e o consequente aumento do ritmo de vacinação, há já vários países a ponderarem um alívio das medidas, como a abolição do uso de máscara ao ar livre. As vacinas contra a Covid-19 são vistas como a grande esperança para travar a disseminação do vírus e, consequentemente, reabrir os diversos setores da economia. E se no início da vacinação, a escassez de vacinas e os atrasos nas entregas dificultaram os processos de vacinação, a maior disponibilidade destes fármacos, nomeadamente na União Europeia (UE), é vista como “a luz ao fundo túnel” para a pandemia. O objetivo de Bruxelas é claro: ter 70% da população europeia adulta vacinada, com pelo menos, uma dose do fármaco até meados de julho. Até esta quinta-feira, uma média de 11,4% da população europeia está totalmente imunizada (com as duas doses da vacina contra a Covid-19), enquanto 30,6% recebeu a primeira dose, o que representa mais de um quarto dos cidadãos europeus, segundo a plataforma de monitorização online do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC). Com o aumento do ritmo de vacinação, o ECDC admite já uma alívio das medidas de contenção…

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Covid-19: Costa refere que problemas estão na produção de vacinas e regulação do mercado do medicamento

O primeiro-ministro considera que os problemas de fundo no acesso às vacinas contra a covid-19, mais do que no levantamento de patentes, estão na capacidade de produção e na regulação do mercado do medicamento ao nível mundial. "O problema crucial centra-se na capacidade de produção. E há um problema de fundo relacionado com a regulação do mercado do medicamento e de os Estados terem de se organizar a nível global para encontrarem outras formas com a indústria farmacêutica de financiar a investigação", defende António Costa em entrevista à Lusa. Uma entrevista em que também se manifesta otimista em relação aos resultados da cimeira de sábado, no Porto, entre a União Europeia e a Índia - país que tem sido prioridade na política externa portuguesa desde que a visita de Estado realizada por António Costa em janeiro de 2017. Confrontado com a proposta de um movimento internacional liderado pela Índia e pela África do Sul a favor da libertação das patentes das vacinas contra a covid-19, o líder do executivo português admite esse debate. No entanto, para o primeiro-ministro de Portugal, país que preside ao Conselho da União Europeia (UE) até final…

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Não tive efeitos secundários, significa que a vacina não funcionou? Esta e outras perguntas (com resposta) sobre os efeitos secundários das vacinas contra a Covid-19

As perguntas mais comuns sobre os efeitos secundários das vacinas contra a Covid-19 respondidas em seis pontos Seja pelos relatos de casos muito raros de tromboembolismos pulmonares decorrentes da toma da vacina da Astrazeneca ou devido às queixas de cansaço, febre e dores musculares após a inoculação com qualquer uma das vacinas contra a Covid-19, os seus efeitos secundários ainda despertam algumas dúvidas em muitas pessoas. Especialistas e órgãos reguladores asseguram que o benefício em ser vacinado contra a Covid-19 é largamente superior ao risco. Seis respostas essenciais para acabar com as dúvidas que ainda possa ter. 1. Ouvi dizer que os efeitos secundários da vacina, especialmente após a segunda dose, podem ser muito maus. Devo preocupar-me? Efeitos secundários de curta duração como fadiga, dor de cabeça, dores musculares e febre são mais comuns após a segunda dose das vacinas Pfizer-BioNTech e Moderna, que requerem duas injeções cada uma. No entanto, não há razões para preocupações: é sinal de que as células estão a fazer o seu trabalho de defesa do organismo. No site da Direção-Geral da Saúde (DGS) pode ler-se que “todas as vacinas, ao estimularem as nossas defesas, podem causar efeitos…

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Covid-19: E se nunca atingirmos a imunidade de grupo?

Há um ano, quando a vacinação ainda era apenas um vislumbre, a comunidade científica (e política) começou a falar em "imunidade de grupo", o que nos fez acreditar que, caso aparecesse uma vacina, assim que a maioria da população estivesse vacinada a pandemia poderia terminar. E se nunca atingirmos a imunidade de grupo? No início de 2020, não se falava de outra coisa a não ser “covid-19” e a tão almejada imunidade de grupo. Porém, só havia duas formas de a atingir: através da vacinação em massa da população ou através da imunidade natural, desenvolvida por uma grande parte da população, após contacto com o vírus. Mas, à data, não havia uma vacina para ajudar, tendo sido sugerido por alguns que se deveria deixar propagar a infeção de forma natural, sem medidas de prevenção, algo que, sabemos hoje – depois de termos visto os hospitais sobrecarregados e um número diário de mortes na ordem das centenas em Portugal –, é uma péssima ideia, até porque também não se sabe qual a duração da imunidade após infeção. Foi para evitar o descontrolo da pandemia e o disparo do número de infeções que em…

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Em atualização Quem recua ou avança no plano de desconfinamento? Veja aqui a lista dos concelhos

O concelho de Cabeceiras de Basto vai recuar nas medidas de desconfinamento devido à incidência da covid-19, enquanto os municípios de Carregal do Sal, Odemira, Paredes e Resende continuam sem avançar para a fase seguinte, anunciou hoje o Governo. https://24.sapo.pt/assets/static/twitter_embed.html?url=https://twitter.com/govpt/status/1390333798810742786?s=20 O Conselho de Ministros esteve hoje reunido e decidiu que a generalidade do país continua na última fase do Plano de Desconfinamento, com as regras que se aplicam desde o dia 1 de maio. Contudo, nem todo o país avança à mesma velocidade, uma vez que o Governo afirmou que existem concelhos que não registam uma taxa de incidência suficientemente baixa. São eles: São Teotónio e Longueira/Almograve, Carregal do Sal, Resende, Cabeceiras de Basto e Paredes. Ou seja: Quem recuou? Cabeceira de Bastos Quem não avança? Carregal do SalOdemira (duas freguesias)ParedesResende Quem avança? AljezurPortimãoMiranda do DouroValongo No entanto, existem concelhos que estão em alerta e que podem ver a sua situação alterada na próxima semana. São eles: AlpiarçaAlvaiázereArganilBejaCastelo de PaivaCorucheFafeFigueiró dos VinhosFornos de AlgodresGolegãLagosLamegoMelgaçoOliveira do HospitalPaços de FerreiraPenafielPenichePonte da BarcaPonte de LimaSanta Comba DãoTábuaVale de CambraVidigueira Assim, no concelho de Odemira, concretamente nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, aplicam-se as regras que vigoraram na primeira fase do desconfinamento – a 15 de março.…

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Em atualização COVID-19 em Portugal. Mais 5 óbitos e 373 infetados. Internamentos a descer

Os números foram divulgados esta quinta-feira no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.988 mortes associadas à COVID-19 e 838.475 casos de infeção. Em relação a quarta-feira, contabilizam-se mais 373 infetados e cinco óbitos. Hoje registaram-se também 538 casos de recuperação. Ao todo há já 798.952 doentes recuperados da doença em território nacional. A região Norte, com 181 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 48,5% do total de diagnósticos. O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.200 (+3), seguida do Norte com 5.343 óbitos (+2), Centro (3.016, =) e Alentejo (971, =). Pelo menos 359 (=) mortos foram registadas no Algarve. Há 31 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 68 óbitos (=) associados à doença. Internamentos descem Em todo o território nacional, há 283 doentes internados, menos 14 do que ontem, e 77 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos seis do que…

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COVID-19: Bruxelas quer ter cinco medicamentos até final do ano

A União Europeia (UE) quer desenvolver até outubro três novas terapêuticas para a covid-19 e mais duas até final do ano, anunciou hoje, em conferência de imprensa, a comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides. “Até outubro queremos desenvolver três novas terapêuticas e mais duas até ao final do ano”, anunciou, na apresentação da estratégia sobre a terapêutica covid-19 para apoiar o desenvolvimento de novos medicamentos, salientando que “a luta contra a pandemia não se limita à vacinação”. “Temos de tratar os nossos doentes e não apenas vacinar, a terapêutica é uma parte muito importante da resposta à covid-19”, disse a comissária, lembrando que há quatro vacinas aprovadas e apenas um medicamento, e sublinhando que a intenção é “acelerar a recuperação dos doentes”. Segundo um comunicado, a estratégia apresentada hoje abrange todo o ciclo de vida dos medicamentos, desde a investigação, o desenvolvimento e a produção até à aquisição e disponibilização. Estão em revisão contínua pela Agência Europeia do Medicamento três tratamentos que usam anticorpos e, uma vez aprovados, poderá haver uma aquisição conjunta, como se fez para as vacinas, esclareceu Stella Kyriakides. A Comissão elaborará uma carteira de 10 terapêuticas…

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Covid-19: Alentejo passa de laranja para amarelo no mapa de risco europeu. Ilhas também ‘aclaram’

Portugal mantém uma situação favorável no que diz respeito à pandemia de Covid-19. Segundo a mais recente atualização semanal do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC na sigla em inglês), as regiões do Alentejo e ilhas reduziram a sua incidência, mudando de cor no mapa de risco do organismo. O mapa da incidência da pandemia na Europa, encontra-se ilustrado por cores, sendo que vermelho escuro é o mais grave e o amarelo claro o menos. Na semana passada o Alentejo estava a laranja (entre 60 a 119 casos por 100 mil habitantes), mas esta quinta-feira recuou para amarelo (entre 20 a 59 infeções por 100 mil habitantes), o que representa uma melhoria. Para além disso, também as regiões autónomas dos Açores e da Madeira mudaram de cor, passando de laranja escuro (entre 120 a 239 casos por 100 mil habitantes) na semana passada, para laranja esta semana. Assim, o Algarve e Norte estão com a tonalidade laranja; O Alentejo junta-se a Lisboa e Vale do Tejo e ao Centro a amarelo. Quanto às regiões autónomas, tanto os Açores como a Madeira estão a laranja. No que diz…

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Será seguro aproveitar o verão para viajar? O vírus vai dar tréguas? Especialistas dividem-se

Numa altura em que a pandemia ainda se faz sentir em muitos locais do mundo, mas estabilizou noutros, como é o caso de Portugal, será seguro viajar para o exterior no verão que se aproxima, ou corremos o risco de um ressurgimento de infeções? Especialistas, citados pela ‘CNBC’ têm opiniões divergentes sobre o assunto. Taxa de infeções será menor no verão Sharon Nachman, Duretora da Divisão de Doenças Infeciosas Pediátricas do Hospital Infantil Stony Brook, espera que este verão as taxas de infeção sejam menores do que no inverno. “Quando acrescento a ideia de que as crianças a partir de 12 anos também poderão ter acesso às vacinas este verão, o risco para as famílias continuará a diminuir, permitindo mais atividades e com menor risco para todos”, afirma à ‘CNBC’. Por sua vez, Anne Rimoin, professora de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da UCLA Fielding, nos Estados Unidos, considera que há “uma hipótese real de um verão com taxas muito mais baixas de doenças, no entanto, isso significa que todos temos que nos unir e fazer a nossa parte” através da vacinação, uso de máscaras, distanciamento social e praticas de…

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