Governo promete equipa de saúde familiar para cada português até 2023

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou hoje, em Braga, que o Governo quer atribuir uma equipa de saúde familiar a cada português até ao final da atual legislatura. Em declarações aos jornalistas em Braga à margem do 38.º Encontro Nacional de Medicina Geral e Familiar, Lacerda Sales sublinhou o “grande esforço” do Governo no sentido do recrutamento de novos profissionais de saúde. “A nossa proximidade aos cuidados primários é muito importante é muito importante assumirmos aquilo que são os nossos compromissos do programa de Governo, nomeadamente de atribuirmos a cada português uma equipa de saúde familiar”, referiu. Um compromisso cuja concretização Lacerda Sales apontou para o final da atual legislatura, ou seja, 2023. Nesse sentido, afirmou que o Governo tem feito “um grande esforço” no sentido de recrutar profissionais de saúde”, referindo que o Serviço Nacional de Saúde conta mais 662 profissionais de medicina geral e familiar em relação a 2015. Em relação a agosto de 2020, frisou, são mais 157. Disse ainda que este ano, no concurso de primeira época, havia 459 novas vagas, tendo sido ocupadas 292. A abertura de 20 novas unidades…

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35% das vagas para contratação de médicos ficaram por preencher

Ao todo, o Ministério da Saúde abriu 1 073 lugares e foram ocupados 697. A Medicina Interna, a Anestesiologia e a Pediatria são as especialidades que captaram mais profissionais. Aberto em julho deste ano, o concurso para a contratação de médicos especialistas recém-formados previa a integração de 1 073 novos profissionais no Sistema Nacional de Saúde (SNS). No entanto, apenas 697 vagas foram preenchidas, ficando cerca de 35% dos lugares por ocupar. Segundo os dados enviados pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACCS) à VISÃO, foram particularmente reforçadas as especialidades de Medicina Interna (104), Anestesiologia (52), Pediatria (44), Cirurgia Geral (35) e Psiquiatria (31). O concurso estava dividido entre 1 041 vagas na área hospitalar e 32 na saúde pública, sendo ocupadas 674 e 23, respetivamente. De acordo com a ACSS, o Alentejo foi a região com a mais baixa percentagem de lugares preenchidos. O secretário regional do Alentejo do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Armindo Ribeiro, aponta uma razão fundamental para a falta de atratividade do SNS: “Boicotou-se a progressão na carreira e os especialistas reformaram-se ou optaram pelo privado, ou pelo estrangeiro, e não estão a ser substituídos”, afirma o…

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Cancro digestivo mata 30 pessoas por dia: sintomas são por vezes desprezados

O cancro digestivo representa 10% da mortalidade portuguesa, um grave problema de saúde pública que agrupa três das doenças que mais matam em Portugal: cancro do cólon e do reto, cancro do estômago e cancro do fígado. A médica e professora Marília Cravo, diretora do serviço de gastrenterologia do Hospital Beatriz Ângelo (HBA), ajuda-nos a perceber melhor esta doença. Hoje é o Dia Nacional do Cancro Digestivo. O cancro digestivo mata cerca de 30 portugueses por dia (mais de 10.000/ano) e pode subdividir-se em várias tipologias. O cancro do cólon e do reto, por exemplo, é a primeira causa de morte por cancro em Portugal, com uma incidência de cerca de sete mil novos casos por ano e um registo de quatro mil mortes anuais. Já um dos tipos de cancro digestivo que tem vindo a registar um forte acréscimo em termos de mortalidade é o cancro do pâncreas, com 1 500 novos casos por ano, e "cujos sintomas são por vezes desprezados": dores no estômago, dores nas costas, icterícia. Este tumor é mais resistente que outros tipos de cancro aos tratamentos e em 2020 será a segunda causa de morte por cancro…

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Estádios e pavilhões deixam de ter limitação de público

Uso de máscara continua a ser obrigatório Os recintos desportivos vão deixar de ter restrições de lotação, de acordo com a norma da Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizada esta quinta-feira, que mantém a obrigatoriedade de uso de máscara e apresentação, à entrada dos recintos, de teste negativo à Covid-19 ou certificado digital de vacinação."A ocupação dos lugares sentados pode ser em conformidade com a capacidade total licenciada do recinto", lê-se na orientação sobre eventos desportivos em ambiente fechado e em ambiente aberto divulgado hoje pelas autoridades de saúde. Depois de as competições terem sido retomadas sem público, os recintos desportivos passaram a poder acolher um terço da capacidade em 14 de junho e metade em 26 de agosto - data da última atualização da orientação da DGS 009/2021. Na passada sexta-feira, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) solicitou à DGS o levantamento das limitações em relação à lotação dos recintos desportivos, com efeitos já em outubro. Um dia depois, no sábado, o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, disse acreditar que os estádios possam estar sem limitação de lotação a partir de sexta-feira, dia 1 de outubro,…

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DGS confirma: Estádios voltam à lotação máxima

A Direção-Geral de Saúde divulgou, esta quinta-feira, uma nova lista de orientação direcionada para os recintos desportivos. Poucos dias depois de a Federação Portuguesa de Futebol ter tornado público o pedido à DGS para que as restrições de lotação fossem levantadas, eis que chegou a confirmação. Num documento com vários tópicos, a DGS refere, entre outros aspetos, que «a ocupação dos lugares sentados pode ser em conformidade com a capacidade total licenciada do recinto», referindo ainda que devem ser alargados os horários de entrada nos recintos desportivos, «de forma a evitar aglomerados de pessoas e filas de espera extensas, reduzindo e fracionando a afluência de espetadores até ao início do espetáculo». Além destes aspetos, nota ainda a utilização de máscara, que continua a ser obrigatória, assim como «a apresentação do Certificado Digital da UE em conformidade com a legislação em vigor». Texto retirado do zerozero.pt: https://www.zerozero.pt/news.php?id=337740

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COVID-19 em Portugal: Mais seis mortos e 755 infetados. Incidência e internamentos voltam a baixar, mas R(t) sobe

Desde o início da pandemia, morreram pelo menos 17.968 pessoas com COVID-19. Os números foram revelados no boletim epidemiológico de hoje da Direção-Geral da Saúde (DGS). Portugal regista esta quarta-feira mais 755 casos de COVID-19 e seis óbitos associado à doença, segundo o último relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje. Desde o início da pandemia, morreram 17.968 pessoas com esta patologia em território nacional e foram identificados 1.068.530 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2. De acordo com o último relatório oficial, registaram-se mais 801 casos de recuperação nas últimas 24 horas. Ao todo há agora 1.020.067 doentes recuperados da doença em Portugal. A região de Lisboa e Vale do Tejo é a área do país com mais novas notificações, num total de 39,1% dos diagnósticos. O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.673 (+1), seguida do Norte com 5.553 óbitos (+1), Centro (3.142, = ) e Alentejo (1.024, +2). Pelo menos 462 (+2) mortos foram registados no Algarve. Há 42…

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Reabrir clubes e discotecas está a ser “muito duro” sem apoios estatais

O presidente da Associação de Bares e Discotecas da Movida do Porto denunciou hoje que os apoios de 2021 prometidos pelo Governo continuam sem chegar e alerta que vai ser “muito duro” reabrir sem liquidez de tesouraria. Em vésperas dos clubes noturnos e discotecas reabrirem com a apresentação do certificado digital de vacinação contra a covid-19 pelos clientes – 1 de outubro -, o presidente da Associação de Bares e Discotecas da Movida do Porto, Miguel Camões, alerta que além do pouco tempo que os empresários tiveram para preparar a reabertura - o Governo anunciou a medida na quinta-feira passada -, há a acrescer o problema da falta de apoios estatais prometidos desde há três meses, que ainda não chegaram à tesouraria. “Os apoios que nos foram prometidos há um mês e meio, e dois e três meses, não chegaram. Portanto, estamos sem apoios desde o primeiro trimestre [de 2021]. Foram só anunciados, mas não chegaram à tesouraria de nenhuma empresa do setor da noite. (…) Algumas empresas não só têm o problema do pouco tempo, mas também é um problema de liquidez de tesouraria neste momento”, assinalou. Segundo o presidente…

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Afinal as máscaras continuam obrigatórias em todos os serviços de saúde, no serviço ao balcão e táxis

Diplomas do Governo que alteram as regras a partir da meia-noite de amanhã foram publicados hoje em Diário da República, com alguns acréscimos ao que foi anunciado na quinta-feira pelo primeiro-ministro. Saiba o que muda a partir de dia 1 de outubro. Além dos transportes públicos, lares, hospitais, salas de espectáculos e eventos e grandes superfícies, o uso de máscara vai continuar a ser obrigatório e sujeito a multa nos estabelecimentos de educação (salvo nos recreios) e em todos os estabelecimentos e serviços de saúde, o que abrange assim centros de saúde e farmácias, onde tinha permanecido a dúvida na quinta-feira quando o primeiro-ministro anunciou que as máscaras continuariam obrigatórias nos hospitais.  O uso de máscara ou viseira será também obrigatório pelos trabalhadores dos bares, discotecas, restaurantes e similares, bem como dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em que necessariamente ocorra contacto físico com o cliente, portanto, serviços ao balcão. Além dos transportes coletivos de passageiros, o uso de máscara mantém-se também obrigatório no transporte de passageiros em táxi ou TVDE. Estas são algumas das novidades de dois diplomas que alteram as regras da covid-19 a partir das 00h de sexta-feira, publicados esta quarta-feira…

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‘Dia da libertação’. Estas são as 25 regras que vão mudar a vida dos portugueses a partir de 1 de outubro

Portugal entra na última fase do plano de desconfinamento a partir da próxima sexta-feira. Saiba quais são as regras que vão vigorar e ter impacto na vida de milhões de portugueses a partir de 1 de outubro. O Governo publicou hoje em Diário da República as regras que vão vigorar a partir de 1 de outubro. 1 – É obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência no interior dos seguintes locais: a) Espaços e estabelecimentos comerciais, incluindo centros comerciais, com área superior a 400 m2; b) Lojas de Cidadão; c) Estabelecimentos de educação, de ensino e das creches, salvo nos espaços de recreio ao ar livre; d) Salas de espetáculos, de exibição de filmes cinematográficos, salas de congressos, recintos de eventos de natureza corporativa, recintos improvisados para eventos, designadamente culturais, ou similares; e) Recintos para eventos e celebrações desportivas; f) Estabelecimentos e serviços de saúde; g) Estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência, bem como unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e outras estruturas e respostas residenciais dedicadas…

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Por dentro do segundo maior laboratório de preservação de células estaminais da Europa

A criopreservação permite a utilização de células do sangue e do tecido do cordão umbilical no tratamento de dezenas de doenças convencionais, mas também em projetos de investigação que pretendem encontrar novos tratamentos para doenças como o AVC e a diabetes. A VISÃO conheceu por dentro o segundo maior laboratório da Europa. Veja o vídeo: https://videos.sapo.pt/OPuWKgYPOGBZjssZNbsM Estamos no laboratório da Crioestaminal, em Cantanhede. Marcelo, um dos técnicos, prepara a adição de um açúcar de alta densidade, substância que vai facilitar a deposição dos glóbulos vermelhos no fundo de uns sacos, nos equipamentos de sedimentação. O propósito final é retirar, por centrifugação, a maior parte deste tipo de células antes do processo de criopreservação, já que os glóbulos vermelhos não são relevantes para o processo, pelo contrário. “O objetivo é ter a amostra final o mais pura possível”, explica à VISÃO Mónica Brito, diretora de operações e administradora da empresa. Ao mesmo tempo, chegam novas amostras de sangue com células estaminais, prontas para o processo de triagem: descartam-se as agulhas, faz-se a limpeza do saco e pesa-se o mesmo, para se perceber a quantidade de sangue que se recebeu. “Há valores mínimos…

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